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Endividamento e Ratings

Endividamento e aplicações financeiras

O endividamento bruto em 30 de setembro era de R$ 27.249 milhões, aumento de R$ 2.647 milhões em relação ao observado no final do 2T19, explicado principalmente pelo efeito da variação cambial sobre o endividamento em moeda estrangeira da Companhia e por novas captações, parcialmente compensadas pelo pré-pagamento de empréstimos menos atrativos em relação a prazos e custos. Dentre as captações, vale destacar a reabertura do Bond de 2029, no montante de US$ 250 milhões, com yield de 4,90% a.a. Da dívida total da Companhia, R$ 20.408 milhões, ou 75% (US$ 4.901 milhões) são denominados em dólar, considerando operações de financiamento com swap de taxas de real para dólar.

No período, o prazo médio total de vencimento dos financiamentos manteve-se no mesmo patamar, partindo de 94 meses no 2T19 para 91 meses ao final do 3T19, sendo 49 meses para os financiamentos em moeda local e 104 meses para os financiamentos em moeda estrangeira. O custo médio dos financiamentos da Klabin apresentou redução pelo trabalho de liability management e queda nas taxas de juros globais. No que se refere às dívidas em reais, a redução de custo foi de 7,6% a.a. no 2T19 para 6,9% a.a. no trimestre atual e em relação às dívidas em moeda estrangeira a redução foi de variação cambial acrescida de 5,6% a.a. para variação cambial acrescida de 5,4% a.a na mesma comparação.

O caixa e as aplicações financeiras da Companhia encerraram o trimestre em R$ 12.153 milhões, aumento de R$ 695 milhões em relação ao verificado ao final do 2T19, explicado principalmente pela contratação das novas operações de dívida. Por outro lado, mesmo que em menor proporção, a posição de caixa foi impactada pelos desembolsos referentes aos investimentos do Projeto Puma II. No início do ano a Klabin contratou uma linha de crédito rotativo (Revolving Credit Facility) de US$ 500 milhões, com vencimento em dezembro de 2023 e custo financeiro de 0,4% a.a. Caso a linha seja sacada, o custo deste financiamento seria de Libor + 1,35% a.a.

O endividamento líquido consolidado em 30 de setembro de 2019 totalizou R$ 15.096 milhões, R$ 1.952 milhões acima do verificado em 30 de junho de 2019, explicado majoritariamente pelo impacto da variação cambial sobre a dívida em dólar, além dos desembolsos para o Projeto Puma II. Esses impactos, mesmo que compensados em parte pelo aumento do Ebitda Ajustado, fez com que a alavancagem financeira da Companhia, mensurada pela relação dívida líquida / Ebitda ajustado, aumentasse de 3,0 para 3,4 vezes. A relação dívida líquida / Ebitda medida em dólares, e que suaviza o impacto da variação cambial sobre a dívida, fechou o trimestre em 3,1 vezes.

 

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